Para gostar de ler

26/03/2012 § 3 Comentários

Crianças e livros na era do videogame

por Fernanda Salles

Na matéria A biblioteca sem leitores (Carta Capital, outubro de 2011), o jornalista Gabriel de Bonis afirma que “os brasileiros não têm o hábito de ler. Segundo um levantamento de 2007 do Instituto Pró-Livro, a população do país consome apenas 1,3 livro por ano, enquanto nos EUA esse índice chega a 11 e na França, a sete”.

Fico sabendo na reunião de apresentação dos terceiros anos que o Vera Cruz possui sete bibliotecas, cujas metas de aprendizagem, do G1 ao 3o do EM, são o estímulo à leitura e a busca da autonomia em pesquisa. Esta é uma questão que considero importante e tenho observado que meu filho de oito anos, assim como muitos de seus colegas de escola, vivem uma fase de interesse legítimo pelo universo da leitura, apesar de toda a concorrência – muitas vezes desleal – da TV e dos videogames. Por enquanto, o placar está em 1×1, mas como fazer para que o hábito da leitura persevere?

Obviamente, fazer parte de famílias que valorizam a formação cultural conta, e muito. Mas tive vontade de entender melhor como a Escola Vera Cruz aborda este tema, procurando dicas e informações que possam ajudar os pais que, assim como eu, querem mostrar aos seus filhos o valor do conhecimento e caminhos que os levem a este.

Logo de cara, descubro que na verdade não são sete, mas oito as bibliotecas do Vera, com 13 funcionários específicos (veja a lista completa) [1]. Juntas, elas totalizam 40 mil livros, dos quais 17.570 títulos foram emprestados em 2011.

Responsável pelas bibliotecas, a bibliotecária Sandra Salgado, com 11 anos de casa, explica que “a existência de uma comunidade leitora é fundamental para o projeto pedagógico da escola”. Vem daí a importância do Gabinete de Leitura, uma das bibliotecas do Vera, voltado exclusivamente para a informação, o entretenimento e o desenvolvimento da cultura dos 430 funcionários da Instituição.  Além de títulos da literatura universal, este departamento disponibiliza também quase uma centena de filmes e “todos os áudio livros publicados no Brasil”, como Sandra faz questão de frisar. No ano passado, foram feitos ali 1.500 empréstimos domiciliares.

Para acessar o acervo formado por todos os livros da escola, o Sistema Informa Biblioteca Eletrônica localiza em qualquer uma das oito unidades os títulos disponíveis que, se solicitados, serão encaminhados por malote e chegarão ao usuário em um ou dois dias. Este sistema pode ser acessado por qualquer pessoa através da página da biblioteca no site do Vera Cruz, que também divulga, por meio de resenhas e notícias, os títulos que vão sendo adquiridos. Com esta finalidade são veiculadas também seleções temáticas, como “Dia da Consciência Negra”, “Paulo Freire: professor dos professores”, ou “Flip”, para ficar em alguns exemplos.

Parte das aquisições da Biblioteca do Educador e do Gabinete de Leitura EFII e III são feitas por meio de uma parceria com a Lector, que transforma o equivalente a 10% de todas as compras feitas na livraria em bônus-livro para a escola.

Aulas de biblioteca

A formação do leitor começa já na Educação Infantil, a partir do G1, e caminha até o final de cada um dos cursos da escola. Até o segundo ano fundamental, este trabalho ocorre com os livros em classe, ao mesmo tempo em que as crianças começam a frequentar salas de leitura com seleções de livros infantis, de forma a ir familiarizando-se com algo próximo a uma biblioteca.  Durante o G5, cada classe forma um acervo circulante, com livros que os alunos trazem de casa, e semanalmente vão sendo emprestados aos colegas.  Ainda durante o G5, as crianças fazem uma visita à biblioteca municipal Álvaro Guerra.

Do 3º ao 9º ano as aulas de biblioteca passam a fazer parte da grade curricular, ou seja os estudantes participam de encontros regulares para aprender sobre como orientar-se entre os livros e como pesquisar os assuntos de seu interesse, ou solicitados pelos professores, in loco. Com oito mil livros, a biblioteca do Verão atende cerca de mil alunos e é a maior de todas as oito da instituição. A partir do 6º ano as pesquisas e consultas começam a ser autônomas, já que o que se espera do aluno, nessa altura, é que tenha obtido competência suficiente para encontrar o que procura nas prateleiras.

São três os objetivos básicos buscados com as atividades nessas aulas: a formação de um cidadão culturalmente antenado; que adquira a capacidade de fruição da leitura; e que saiba buscar e pesquisar as informações do seu interesse. Para chegar até aí, no entanto, o indivíduo deve ter tido a oportunidade de explorar muito o universo das letras, buscando atender, principalmente, seu prazer e curiosidade.

Do 3º ao 5º ano, quem cuida desse espaço é a Marta Maria Pinto Ferraz, formada em ciências sociais, com mestrado em leitura mediada, e professora de biblioteca no Vera Cruz há 21 anos, sendo 15 nesta função. Ela considera que a idade que coincide com o terceiro ano, quando as crianças começam a adquirir desenvoltura com as práticas da leitura e da escrita, é o momento ideal para a formação do vínculo com os livros. Por este motivo, o trabalho nesta fase é intenso e suas aulas ocorrem semanalmente.

Uma das conversas que tive com a Marta aconteceu durante o recreio no Verão (Pça. Profa. Emília Barbosa Lima, 51), quando presenciei um ambiente de leitura bem animado. Pude observar como algumas crianças lêem quietas, sozinhas e compenetradas. De forma surpreendente para um adulto (talvez nem tanto para as mulheres), outras fazem isso enquanto conversam. Concomitantemente, há crianças que apenas se divertem praticando origami, a técnica japonesa das dobraduras, ensinada originalmente por Carla Yamaguchi, atualmente licenciada – tanto que essa atividade tornou-se uma mais procuradas pelas crianças neste espaço.

“A biblioteca é um lugar democrático, onde cabe todo mundo, cabe o saber e o não saber”, filosofa Marta, que entre outras estratégias para atrair os pequenos leitores, também promove leitura de histórias. Por todos estes motivos, o espaço fica aberto durante o recreio e é para lá que se dirigem os alunos que acabam de entrar no terceiro ano, quando as turmas são redistribuídas, e algumas vezes eles se sentem deslocados. De fato, nota-se que a biblioteca é um lugar para todos.

“Existem livros inadequados para as crianças?”, pergunto, pois algumas vezes fico na dúvida se um livro está alem do que meu filho pode compreender. “Não trabalhamos com o conceito de faixa etária, mas de competência leitora. Se o aluno demonstra interesse por um livro, nós fazemos a mediação”, ensina Marta.

Sabedora de que trabalha com um público cujas famílias se empenham para que os filhos leiam, Marta identificou um comportamento recorrente nas crianças da escola: “é comum levarem para casa mais de um livro por vez, sendo um para si próprio e outro para ler com seus familiares”.

Por fim, pergunto se ela tem alguma dica para que nossos filhos prossigam no caminho da leitura. “Continuem a ler para eles, mesmo que já saibam fazer isso por si próprios, pois além de ser um momento de prazer, é da compreensão que surge o amor pela leitura”. E eu me pergunto, extrapolando os limites imaginários dos livros: não será da compreensão que nasce todo amor?

E um aviso importante: ao contrário do que muitos pais pensam, as crianças estão autorizadas a levar consigo os livros da biblioteca para onde forem, inclusive durante as férias. “Não precisa se preocupar tanto com o livro, as crianças precisam de liberdade para manuseá-los”, ensina Marta. (Fico muito feliz com essa notícia, pois ultimamente é comum ver crianças com jogos eletrônicos e até assistindo DVDs em espaços públicos, como restaurantes. Uma boa dica é levar livros e revistinhas, mesmo que estes tenham sido emprestados da escola).


[1] Biblioteca EI (Educação Infantil – G1 ao G4): Carolina Arvelos Viana Garcia; EF 1 (Educação Fundamental – G5 ao 2o ano): Sônia Regina Pires de Farias; EF 2(3o ao 5o): Marta Maria Pinto Ferraz, Carla Yamaguchi e Marta Lourenço; EF 3 (6o ao 9o): Cristina Maria Macedo de Tomaz; EM (Ensino Médio – 1o ao 3o): Janice Aparecida Lopes e Kátia David Barbosa; Inglês: Maria Regina Coelho Argentino; ISE (Instituto Superior de Educação): Cláudia Regina Cândido; EJA – Ilha de Vera Cruz: Janice e Cláudia; Biblioteca Educador EF/Gabinete de Leitura: Sandra Salgado e Alexandre Cardoso Leite. Voltar

Ata da reunião de 05/03/2012

12/03/2012 § 2 Comentários

TEMA 1 – Avaliação Troca Solidária

De forma geral, a avaliação da iniciativa é positiva e já estamos vendo resultados concretos, que vão do aumento no número de itens reaproveitados à mudança de cultura na comunidade Vera Cruz. A resistência contra a utilização de uniformes e materiais de segunda mão é cada vez menor. Mais detalhes sobre os resultados da Troca Solidária 2012 aqui.

Para a próxima Troca, pretendemos conseguir com antecedência a lista de livros didáticos e paradidáticos adotados (mesmo parcial) e manter o que já foi conquistado: espaço para armazenagem dentro da escola, etiquetas para identificação de pastas e livros. Continuaremos sugerindo à escola divulgar a ideia da reutilização junto aos alunos e professores e dar dicas de como fazer isso em sala de aula no final do período letivo.

TEMA 2 – Evento “Lado Positivo das Tecnologias da Informação”

Ainda no primeiro semestre será realizado um novo encontro sobre o tema “nossos filhos e o mundo virtual”. Em novembro de 2011, em debate promovido pela OPS, os especialistas presentes alertaram para os riscos do mau uso, e até os perigos, da internet e outras ferramentas de comunicação eletrônica.

Dessa vez a proposta é orientar os pais e educadores a tirar o melhor proveito possível dos equipamentos que estão à disposição e que tanto atraem as crianças e jovens. A data provável da mesa redonda será em maio, a depender da disponibilidade dos palestrantes. Foram sugeridos diversos especialistas para compor a mesa, com os quais a comissão encarregada do evento conversará.

TEMA 3 – Prendas da Festa Junina

Desde 2010 a OPS tem solicitado à escola rever seus procedimentos em relação às prendas de Festa Junina do EF2, EF3 e Ensino Médio (Verão e Veríssimo). A OPS acredita que as Festas Juninas não deveriam se tornar ocasiões de estímulo ao consumismo e à circulação de produtos industriais supérfluos, de baixa qualidade e tóxicos.

Mais reflexões sobre o assunto aqui. E também sugestões de prendas alternativas.

TEMA 4 – Bullying

O que é considerado bullying na visão da escola? E na visão dos pais? Como a escola tem lidado com alunos que se sentem excluídos ou intimidados? Como a escola tem trabalhado a Cultura de Paz? Como a OPS Vera Cruz pode atuar para apoiar as ações que estão sendo tomadas e sensibilizar os pais para a questão? Sabemos que existem diversos casos de alunos que não se sentem acolhidos pelos colegas e alguns deles chegam a mudar de escola por essa razão. Seria o caso de criar algum tipo de projeto na escola para trabalhar essas questões? Existem pelo mundo projetos muito bacanas, como o Roots of Empathy.

Provavelmente esse será o tema do evento do 2º semestre.

TEMA 5 – Troca Solidária permanente e Rodízios – como melhorar essa comunicação

Foi sugerida a criação de um grupo do Facebook para solicitações e oferecimentos de livros, materiais escolares e outros itens para reutilização dentro do universo escolar, além de um ponto de encontro para pais combinarem rodízios. Lembrando que temos essas ferramentas aqui no blog, aqui e aqui.

Espaço Livre

1.      Parceria OPS/escola

Em 2/3, representantes da Comissão Organizadora da OPS estiveram reunidos com Heitor Fecarrota (diretor da EI e EF1, ou seja, Verícula e Verinha). Além da avaliação da Troca, esteve em pauta o estabelecimento de uma parceria mais efetiva entre a escola e a OPS e o planejamento antecipado das ações para 2012. A OPS já está presente no site do Vera Cruz e, em breve, segundo Heitor, constará na Circular de “Informações Gerais” distribuída a todos os pais e que fica disponível no site. Foi solicitado também espaço para divulgação do grupo em reuniões de pais.

2.      Treinamento esportivo / seleção do Vera

A convocação para o Treinamento Esportivo faz com que muitos alunos se sintam preteridos. Viver esse tipo de frustração faz parte da vida, mas acreditamos que, a partir do diálogo com a escola, possam surgir novas ideias para lidar com a situação. Uma das propostas é criar outros tipos de grupos, que valorizem outras habilidades (exs: teatro, robótica, xadrez, literatura, música, dança, programação…) .

3.      Alunos com necessidades especiais

O Vera Cruz é uma escola que acolhe alunos com necessidades especiais e achamos essa iniciativa muito positiva, essencial mesmo. No entanto, há pouca informação e orientação para pais e alunos. Pensamos que seria importante a escola apresentar melhor a criança com necessidades especiais e sua família para a turma em que ela está inserida e também para os pais da turma, de modo a não se esquivar da questão mas sim tratá-la de frente e da melhor maneira possível. Sugestão de leitura para introduzir o assunto: “O que ensinar a seu filho sobre crianças especiais“.

4.      Lanche saudável para o EF3

Propor que o lanche saudável continue a ser oferecido no EFIII, mas de maneira optativa. Em paralelo, vale que os pais estimulem seus filhos  a levarem lanche de casa, façam acordos de dias de padaria, dias de lanches saudáveis, etc.

5.      Palestra “Mundo Virtual” para as crianças

Sugerir apresentação aos alunos de uma versão mais curta do evento que mostrou os riscos do mundo virtual (mesmo conteúdo e mesmos participantes da mesa).

6.     Comunicação pais/escola

Um dos participantes relatou ótima experiência ao apontar à escola falhas na circular distribuída no início do ano. Eloísa, coordenadora do EF2, agradeceu a contribuição e vai rever o material.

Próxima reunião: 11/4 no mesmo horário e local.

Prendas alternativas para as Festas Juninas do EFII e Grande Arraial

05/03/2012 § 1 comentário

Nós temos algumas ideias. E você? Deixe suas sugestões na caixa de comentários.

Para a festa do EFII

  • Reduzir o número de prendas solicitadas por criança (até o ano passado, 8) para a metade, melhorando sua qualidade. Se a família preferir, poderá enviar apenas uma prenda, de maior valor, que poderá ser rifada ou se tornar um prêmio especial;
  • Para as crianças, receber uma prenda após cada brincadeira deixaria de ser automático. Nas barracas de brincadeiras seriam distribuídos créditos (dinheiro de papel) para depois serem trocados por prendas. Um brinde de maior valor consumiria mais créditos;
  • Evitar brinquedos e acessórios com pilhas e baterias internas (em geral os que têm luz, fazem barulho, se mexem sozinhos), por serem danosos à saúde e ao meio ambiente;
  • Dar preferência a brinquedos de boa procedência e prendas culturais (como livros e CDs infantis) em vez de objetos de plástico;
  • Dar preferência a itens que estimulem brincadeiras tradicionais e atividades ao ar livre ( raquetes de frescobol, kit de jardinagem, bola de futebol, corda para pular, jogo de botão, lanterna, binóculo, capacete de bicicleta, saquinhos de areia, pião, iô-iô, sementes de ervas ou flores etc);
  • Transformar os doces em prendas. As famílias responsáveis pela barraca dos doces não precisariam enviar prendas, mas teriam que caprichar muito na qualidade e apresentação dos doces, de preferência, produzidos em casa. Para consumir os doces, as crianças utilizariam créditos (dinheiro de papel) obtidos nas barracas de brincadeiras;
  • Permitir prendas seminovas, tipo brechó, desde que em ótimo estado (tanto livros e CDs quanto brinquedos, acessórios, bichos de pelúcia etc);
  • Se houver uma doação de grande valor (exemplos: bicicleta ou mesa de ping-pong), poderá ser rifada.

Para o Grande Arraial

  • Várias das ideias acima poderão ser adaptadas;
  • Incentivar prendas performáticas, valorizando talentos de alunos, educadores e familiares: fazer embaixadinhas, caricaturas, cantar, declamar, fazer serenata etc;
  • Oferecer mais prendas de interesse adulto, incluindo pequenas antiguidades e objetos retrô, livros, CDs e DVDs, guloseimas de alta qualidade, tricôs, bordados & cia.
  • Como na festa do EFII aceitar – e até incentivar – a doação de objetos seminovos.

Esperamos mais ideias!

Festa Junina do EFII e Grande Arraial: a questão das prendas I

04/03/2012 § 3 Comentários

Um tema recorrente nas reuniões mensais da OPS é a questão das prendas nas festas juninas das crianças a partir do EFII. Quando elas chegam no Verão, tudo muda – depois daquelas encantadoras prendas feitas pelas próprias crianças no Verícula e no Verinha, o que chega em casa após as festas juninas dos grandes são sacos cheios de tranqueiras que vão parar no lixo no dia seguinte.

Notamos que os alunos do Vera Cruz em geral possuem brinquedos demais e esse excesso de objetos até dificulta (em vez de facilitar) as brincadeiras. Nas festas juninas, é comum nossos filhos voltarem para casa com mais de 10 novos brinquedinhos. Muitos deles jamais serão usados. Mas, durante a festa, é grande a compulsão para acumular o maior número possível de prendas. Seria interessante se eles pudessem participar das brincadeiras propostas pelas barracas apenas pelo prazer de brincar, sem necessariamente receber um brinde (ou tendo que brincar muitas vezes até receber um brinde).

Além da quantidade, a qualidade das prendas nos incomoda. Muitos pais acham mais prático, econômico e “vistoso” optar por um brinquedinho de plástico, geralmente fabricado na China. Só que esse tipo de produto costuma ter matéria prima inferior e potencialmente tóxica, além de muitas vezes ser fruto de exploração de trabalhadores e esquemas de pirataria e contrabando. Algumas informações sobre o assunto:

  • Uma edição de 2007 da Revista da Fapesp fala sobre o recall de 1 milhão de brinquedos nos Estados Unidos devido ao excesso de chumbo.
  • A Folha de São Paulo ouviu o Inmetro em outubro de 2006 e noticiou que empresas chinesas estavam usando até lixo hospitalar reciclado como matéria prima de brinquedos.
  • O CEDIR (Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática da USP) alerta que as pilhas piratas usadas nesses brinquedos possuem dezenas de vezes mais mercúrio do que as pilhas certificadas, além de outras substâncias tóxicas como chumbo e o cádmio. Essa informação foi fornecida em debate feito no Ensino Médio do Vera Cruz, segundo semestre do ano passado.
  • O Estadão divulgou em 5/3/2011 um estudo mostrando que mesmo em níveis abaixo do permitido por lei o chumbo faz mal à saúde e que esse metal está muito presente nos produtos piratas.
  • Alguns especialistas contestam também a toxidade dos brinquedos de plástico que no Brasil são legalizados e na Europa são proibidos .

Estamos preocupados com as implicações éticas, ambientais e de saúde relacionadas aos brinquedos e brindes vendidos pelo comércio popular.

E você, o que acha?

Onde estou?

Você está atualmente visualizando os arquivos para março, 2012 em OPS Vera Cruz.